segunda-feira, 20 de outubro de 2014

cultura

Revolução nas florestas brasileiras



Índia Yawanawá vence preconceito e faz revolução feminina na floresta

Rucharlo, de 35 anos, dá novo status às mulheres da etnia em aldeia distante sete horas de barco do município acriano mais próximo

POR 


Ao longo de 12 meses, não se pode tomar água nem comer carne de grandes animais
Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo
Ao longo de 12 meses, não se pode tomar água nem comer carne de grandes animais - Domingos Peixoto / Agência O Globo

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TARAUACÁ, Acre - A voz é mansa. O tom é baixo. A fala é pausada. Rucharlo Yawanawá, de 35 anos, conversa como se a tranquilidade a habitasse. Nunca encara o interlocutor nos olhos, não gesticula, não grita ou gargalha. Seus modos contrastam com a revolução que liderou em sua própria vida e na tribo Yawanawá. Em uma aldeia no meio da densa Floresta Amazônica e distante sete horas de barco do município acriano mais próximo, Rucharlo se tornou a primeira mulher pajé — líder espiritual — de seu povo e, talvez, do país. É um raríssimo caso de liderança espiritual indígena feminina no Brasil.
O xamã ou pajé é, ao lado do cacique, a maior autoridade de um grupo indígena. No caso dos Yawanawá, são eles os guardiões dos conhecimentos da tribo, desde a medicina até as artes. Acredita-se que tenham dons sobrenaturais — de adivinhação, de cura e até mesmo de matar inimigos telepaticamente. Fazem também a interlocução entre os vivos e os ancestrais. Segundo a sabedoria indígena, são os espíritos que ensinam ao pajé os segredos mágicos. Tais comunicações acontecem em rituais em que os líderes espirituais tomam ayahuasca (chamada por eles de uni) e inalam rapé (uma mistura de tabaco em pó e da casca moída de uma árvore amazônica chamada por eles de tsunu).
O efeito alucinógeno e estimulante das substâncias permitiria aos xamãs entrar no mundo dos mortos e nos sonhos das pessoas doentes. As doenças, segundo os Yawanawá, sempre têm explicação espiritual. E é o xamã quem descobre a causa do problema nessas incursões oníricas. Os pajés gozam de tanto respeito entre os Yawanawá que, com frequência, eles preferem fazer o tratamento religioso a recorrer à medicina convencional. Em caso de picada de jararaca, por exemplo, toda a família faz uma dieta, e a ferida é tratada com ervas, enquanto que, em hospitais convencionais, normalmente recorre-se à amputação do membro ferido. Dadas a escassez de recursos médicos e a distância entre a tribo e serviços hospitalares básicos, muitas vezes os ritos mágicos do pajé são a única opção.
PROCESSO AFUGENTOU OS HOMENS
Nesse contexto, é de se imaginar que muitos queiram se tornar pajés. Mas, além de vocação, o processo de formação de xamãs exige tantos sacrifícios e provações que, no começo dos anos 2000, a tribo enfrentou uma crise.
— Os pajés foram morrendo, e havia o risco de perdermos esse conhecimento. Os únicos que sobraram foram o Yawá e o Tatá — afirma Rucharlo, referindo-se a dois xamãs que, hoje, têm 102 e 97 anos, respectivamente.
O processo para se tornar líder espiritual é, assim como o uso da ayahuasca, milenar. Até 2005, era também exclusivamente masculino. Para que o conhecimento seja revelado, é preciso que o índio coma um tubérculo considerado sagrado (o mucá) e passe um ano isolado dentro da floresta, sem contato com ninguém além dos demais pajés. A dieta é rigorosa: ao longo de 12 meses, não se pode tomar água nem comer carne de grandes animais. A alimentação se restringe a pequenas quantidades de uma bebida de milho chamada caiçuma e de peixes menores do que a palma da mão, além de banana verde. O recluso não pode ter contato com alimento adocicado — nem mesmo frutas. Os aspirantes a pajé recebem doses diárias de ayahuasca e de rapé e têm que manter a pele coberta pela tinta preta extraída do jenipapo. Eventualmente, devem tomar pequenas quantidades da saliva de uma jiboia, considerada a dona da sabedoria entre os indígenas. São proibidos de ver ou mesmo ouvir a voz de filhos e companheiros. Sexo, nem pensar. De tão penoso, o processo afugentava os homens.
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— Vários deles já tinham tentado fazer a dieta e não tinham conseguido terminar. Por isso, quando Rucharlo resolveu se candidatar para a missão, esses homens se sentiram humilhados. O povo inteiro se revoltou, a vontade dela soava como um insulto para os espíritos dos velhos ancestrais. Nunca se havia visto nada parecido — afirma Júlia Yawanawá, irmã da agora pajé.
Até então, as mulheres eram proibidas até de se sentar ao lado das autoridades religiosas máximas, de tomar a ayahuasca, de participar dos rituais, de cantar as músicas tradicionais do povo.
— Havia muita resistência da tribo porque todo mundo tinha essa ideia de que a mulher não seria capaz de ser pajé — admite Shaneiru Yawanawá, filho do principal cacique Yawanawá.
Até então, a sina de Rucharlo era semelhante à de muitas mulheres da tribo. Casada aos 10 anos, aos 11 ela pariu o primeiro filho, com apenas sete meses de gestação, porque a barriga de criança não comportou o bebê até o fim. Mãe de família tão jovem, ela não pôde estudar. Relata que sofria espancamentos do marido com frequência. Mas ninguém na tribo intervinha diante das marcas arroxeadas no corpo e no rosto de Rucharlo:
— Quando resolvi fazer a dieta, meu marido disse que me largaria, mas para mim isso já não importava. Minha mãe ficou desesperada, achava que eu ia morrer. Os pajés riram de mim. Virei piada, mas fui em frente.
DESENHOS EXPOSTOS NO RIO E EM MINAS
No período da reclusão, começou a desenhar as revelações que recebia. Sem conhecer as letras, ela se fazia entender e registrava seu aprendizado por rabiscos. De tão bonitos, seus quadros já foram expostos em museus no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Com o tempo também descobriu que tinha o dom de “sentir o cheiro das doenças”, como descreve — habilidade fundamental para qualquer curandeiro. Mas, no processo, também chegou muito perto da morte. Aos nove meses de isolamento, acabou sendo levada a um hospital em Rio Branco com anemia severa. Mal se levantava. Recusou-se a fazer qualquer tratamento:
— Eu tinha que provar que era capaz. Sabia que era minha missão colocar as mulheres em um novo patamar, eu tinha que resistir — afirma Rucharlo, que foi se recuperando aos poucos, com um reforço da alimentação na própria tribo.
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Depois que ela se formou, outras cinco mulheres passaram pelo ritual. Quando a reportagem do GLOBO visitou a aldeia, Mariazinha Yawanawá, de 45 anos, que já é cacique por lá, completava sete meses de reclusão no processo para se tornar também pajé. Suas bochechas macilentas e seu tom de pele pálido denunciavam o sacrifício do corpo. Ela perdera cerca de 20 quilos no período. E já sabia possuir o dom da premonição.
— No ritual, a gente sente falta das coisas mais básicas. Eu sinto muita falta de água. Ao mesmo tempo, não encontro barreiras para o conhecimento. O mundo todo é diferente depois da experiência — disse Mariazinha, em tom quase inaudível e ainda mais lento que o de Rucharlo, em uma entrevista breve e que teve que ser autorizada, segundo os índios, pelos espíritos.
Na crença indígena, pajés são seres evoluídos, a meio caminho entre os vivos e os mortos. Por isso falam vagarosamente e não encaram um olhar. Se o mundo de Rucharlo mudou depois de sua experiência, ela também mudou a tribo e o mundo das demais mulheres da aldeia.


Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/india-yawanawa-vence-preconceito-faz-revolucao-feminina-na-floresta-14292017#ixzz3Gh2wOyYW


Comentário


Esta havendo uma revolução das mulheres na política,  nos afazeres e ate nas florestas pelas mulheres das tribos brasileiras indígenas. Acontece até com os índios, um tipo de preconceito que só os homens podem fazer coisas importantes como serem caciques e pajés ( tipo de governante das tribos indígenas que todos tem que obedecer ). Para isso, as mulheres indígenas precisam superar muitos obstáculos, passando por muitos desafios, como fazer dietas rigorosas e ficar na floresta durante um bom tempo quase sem alimentos. A reportagem acima conta da história de uma índia que superou tudo isso e conseguiu virar uma cacique muito importante para a tribo  . E agora faz outros sacrifícios e rituais para se tornar uma pajé. Criando assim, uma revolução das mulheres não só na sociedade indígena, nas florestas e nas tribos.

te contei

Sistema Solar


Introdução 
O sistema solar é formado por um conjunto de oito planetas, satélites naturais, milhares de asteroides e cometas que se ligam ao Sol através da gravidade. O sistema solar também é composto por uma grande quantidade de gases e poeiras interplanetárias. O Sistema Solar situa-se na Via Láctea.
Formação do Sistema Solar 
A formação do Sistema Solar remonta há  aproximadamente 4,6 bilhões de anos. De acordo com astrônomos, o Sistema Solar foi formado a partir de uma mesma nuvem de poeira e gás. Esta nuvem é conhecida como Nebulosa Solar Primitiva. Em algum momento ocorreu um colapso desta nuvem, provocando o fim do se equilíbrio gravitacional e gerando sua contração. Foi a partir dai que teve início a formação do Sistema Solar.
Os planetas 
Existem oito planetas no Sistema Solar: Mercúrio, Terra, Marte, Júpiter,Vênus, Saturno, Urano e Netuno. Até agosto de 2006, Plutão era considerado um planeta, porem, a  União Astronômica Internacional mudou os critérios para a definição de um planeta. Como Plutão é pequeno em relação aos outros, passou a ser considerado um planeta anão ou planetoide. 
Muitos destes planetas podemos visualizar a noite a olho nú ou com a ajuda de um telescópio. Os planetas, ao contrário das estrelas, não possuem luz própria e só podem ser vistos graças a luz que refletem do Sol. Ao redor dos planetas, gravitam 67 satélites, dentre eles a Lua (satélite natural do nosso planeta), que gravita ao redor no planeta Terra.
Os asteroides 
Nas órbitas de Marte e Júpiter, localizam-se grande parte dos asteroides que variam de tamanho, podendo ser até mesmo minúsculos. Os asteroides são compostos de blocos de rocha, diferente dos cometas que são formados por poeira cósmica e gelo.
Os cometas 
Historiadores e paleontólogos acreditam que foi a queda de um cometa em nosso planeta que ocasionou a extinção dos dinossauros na Terra há milhões de anos. A preocupação ainda existe, pois muitos deles passam perto da órbita terrestre. O impacto de um cometa, de grandes proporções, poderia provocar danos incalculáveis ao nosso planeta.

link http://www.suapesquisa.com/sistemasolar/


Comentario


A galaxia onde a gente mora possui o nome de via láctea, ela abriga milhões de planetas e muitas estrelas. Essa galaxia possui  um sistema solar ( muitos planetas giram em volta de uma estrela chamada sol que ilumina , esquenta e torna a vida no planeta possível ). 

O planeta Terra gira em torno dessa estrela chamada sol que tem mais de 4,5 bilhões de anos. 

O sistema solar é composto por 8 planetas, são eles : Mercúrio , Vênus ,Terra , Marte ,Júpiter , Saturno , Urano e Netuno  e o planeta Terra, que é o único planeta que pode ser habitado por seres como os humanos , fauna e flora.




domingo, 19 de outubro de 2014

CIÊNCIAS

A contribuição do desmatamento da Amazônia para a falta de chuvas em São Paulo 
















Sabesp teme falta d'água em São Paulo se não chover nos próximos dias

A presidenta da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Dilma Pena, admitiu hoje (15) que São Paulo passa “por uma grave crise” e que, se não chover nos próximos dias, a primeira cota de volume morto do Sistema Cantareira pode acabar em meados de novembro, levando à falta d'água na capital. A reserva técnica ou volume morto é o volume que está abaixo do nível mínimo da estrutura de captação de água nas represas.

“Temos disponibilidade suficiente para atender à população nesse regime de chuvas até meados de novembro”, disse Dilma em depoimento na comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Câmara Municipal que investiga o contrato entre a Sabesp e a prefeitura de São Paulo e a falta d'água em alguns bairros da capital.

Por causa da falta de chuvas desde o início do ano, a capital e vários municípios do interior do estado enfrentam grave problema de abastecimento de água. O Sistema Cantareira, um dos mais afetados pela estiagem, responde pelo abastecimento de água para 9 milhões de pessoas na capital e na região metropolitana de São Paulo. Hoje, por exemplo, o sistema opera com 4,3% de sua capacidade, diz a Sabesp.

Para contornar o problema, a companhia ainda espera autorização judicial para usar a segunda cota do volume morto do sistema. Desde o dia 15 de maio, a Sabesp tem captado água da primeira cota.

Em seu segundo depoimento na CPI, Dilma lembrou que a Sabesp está construindo uma obra que poderá aumentar o nível do sistema em até 12%. “Temos uma obra já licenciada, em fase de finalização, para disponibilizar 106 milhões de metros cúbicos para o Cantareira. A população da cidade de São Paulo e da região metropolitana, inclusive de Campinas [interior do estado], poderá contar com essa água.”

Também presente à audiência, o promotor José Eduardo Ismael Lutti criticou as ações adotadas pela companhia para evitar a crise no abastecimento de água da capital. “O que fica claro, depois de ouvir declarações de funcionários da Sabesp, é que a companhia não planeja o bastante para garantir a segurança hídrica em qualquer tipo de cenário, a não ser acreditando que as chuvas virão normalmente." Segundo Lutti, a esperança da companhia é a adesão das pessoas ao bônus por ela oferecido aos clientes que economizarem água. "Não há um planejamento do recurso hídrico com segurança”, disse ele.

Nesta quarta-feira, Dilma Pena voltou a descartar que haja racionamento em São Paulo, apesar de moradores de diversos bairros reclamarem da falta de água. Na semana passada, ela disse que a companhia tem diminuído a pressão do bombeamento de água à noite, o que estaria afetando o abastecimento em residências instaladas em locais altos ou sem caixa d'água.

Link matéria:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-10/presidenta-da-sabesp-admite-que-sem-chuva-cota-de-agua-acaba-em-novembro-em-sp


Link Vídeo sobre os "Rios Voadores" da Amazônia:




COMENTÁRIO

A floresta Amazônica  produz  tanta umidade que a maioria das chuvas do sudeste passam por um caminho que se origina na Amazônia. E vai ate aos andes no Chile e no Peru e retorna ao Brasil, seguindo ate o sudeste. Mas com o desmatamento enorme da floresta amazônica a umidade vem diminuindo causando um impacto hídrico na grande São Paulo . 

O Brasil é o maior país em quantidade de água doce do mundo e mesmo assim ainda e existem muitos lugares que não chove . A chuva é fundamental para muitas coisas como a agricultura. Muitos países do mundo dependem da chuva para plantar seus alimentos e também o governo para não só depender de um sistema hídrico. Também poderia se pensar em construir um outro tipo de sistema evitando assim essas secas rigorosas de hoje e o medo da falta de água nas cidades e no planeta como um todo.


sábado, 18 de outubro de 2014

saude e bem estar

O ebola no Brasil e no mundo


A doença por vírus Ébola (DVE)nota 1 , também denominada no Brasil por doença por vírus ebola, é uma doença que atinge sereshumanos e outros mamíferos e que é provocada pelo ebolavírus. Os sintomas têm início duas a três semanas após contrair o vírus, manifestando-se inicialmente por febre, garganta inflamada, dores musculares e dores de cabeça. Estes sintomas são seguidos porvómitos, diarreia e rash cutâneo, a par de insuficiência hepática e renal. Nesta fase, a pessoa infetada pode começar a ter hemorragias, tanto internas como externas.3 1 Em caso de morte, esta geralmente ocorre entre 6 a 16 dias após o início dos sintomas e na maior parte dos casos deve-se à diminuição da pressão arterial resultante da perda de sangue.4O vírus pode ser adquirido através de contacto com o sangue ou outros fluidos biológicos de um ser humano ou animal infetado.3 A transmissão por via aérea ainda não foi documentada em ambiente natural.5 Acredita-se que o reservatório natural seja o morcego-da-fruta, o qual é capazes de propagar o vírus sem serem afetados. Os humanos são infetados pelo contacto direto com os morcegos ou com animais que foram infetados pelos morcegos. Uma vez estabelecida a infeção humana, a doença pode-se também disseminar entre determinada população. Os sobreviventes do sexo masculino continuam a ser capazes de transmitir a doença através do sémen durante cerca de dois meses. Para o diagnóstico de DVE, são primeiro excluídas doenças com sintomas semelhantes, como a malária, cólera ou outras febres hemorrágicas virais. Para confirmar o diagnóstico são examinadas amostras de sangue para a presença de anticorpos virais,ARN viral ou do próprio vírus.3O controlo de um surto exige a coordenação entre vários serviços médicos, a par de um determinado nível de envolvimento da comunidade. Entre os serviços médicos necessários estão a rápida deteção e diagnóstico de pessoas de risco, rápido acesso a serviços de laboratório adequados, tratamento adequado dos infetados e gestão adequada dos mortos através de cremação ou enterro.3 6 A prevenção passa por diminuir o risco de propagação da doença entre animais infetados e seres humanos.3 Isto pode ser feito através do uso de vestuário de proteção ao manusear carcaças de animais suspeitas ou garantindo que toda a carne é plenamente cozinhada antes de ser consumida.3 Durante o contacto com pessoas com a doença, deve também ser usado vestuário de proteção adequado e as mãos devem ser frequentemente lavadas.3 As amostras de tecidos e fluidos corporais de pessoas infetadas devem ser manuseadas com especial precaução.3Não está ainda disponível qualquer tratamento específico para a doença.3 Os cuidados de apoio envolvem a terapia de reidratação oral(administração de água ligeiramente doce e salgada) ou terapia intravenosa,3 sendo capazes de melhorar o prognóstico da doença.3 A doença apresenta um elevado risco de morte, matando entre 25% e 90% das pessoas infetadas, com uma média de 50%.3 A DVE foi identificada pela primeira vez numa região do Sudão e no Zaire, atual República Democrática do Congo. A doença geralmente ocorre em surtos em regiões tropicais da África subsariana.3 Entre 1976, ano em que foi pela primeira vez identificada, e 2013, a Organização Mundial de Saúde reportou um total de 1716 casos.3 7 O maior surto verificado até hoje é o ainda decorrente surto de ébola na África Ocidental de 2014, que atualmente afeta a Guiné-Conacri, a Serra Leoa e a Libéria.8 9Estão em curso medidas para desenvolver uma vacina, embora ainda não exista nenhuma3.



Comentário


O Ebola e um vírus que esta presente no continente africano e corre o risco de chegar na América , Asia e Europa . Os sintomas do vírus ebola é  febre, boca com espuma e dor de cabeça. 

Esse vírus e muito perigoso e raríssimas vezes a pessoa que carrega o vírus consegue se tratar e empidir que a morte. A cura do ebola ainda está sendo estudada. A medicação ainda nao está preparada para o consumo humano, por que tiveram pessoas que tomaram e morreram e pessoas que tomaram e viveram. Por isso nao se sabe se esse medicamento é viável .O fantástico ( progama da Globo) mostrou uma materia sobre esse vírus falando que a cura a pode ser usada. A minha dinda trabalha no corpo de bombeiros com o vírus ebola e sempre que aparece um alerta no Rio de janeiro ela sai do quartel e vai agir.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

mundo



O racismo 


O racismo no Brasil tem sido um grande problema desde a era colonial e escravocrata imposta pelos colonizadores portugueses. Uma pesquisa publicada em 2011, indica que 63,7% dos brasileiros consideram que a raça interfere naqualidade de vida dos cidadãos. Para a maioria dos 15 mil entrevistados, a diferença entre a vida dos brancos e de não-brancos é evidente no trabalho (71%), em questões relacionadas à justiça e à polícia (68,3%) e em relações sociais (65%). O termo apartheid social tem sido utilizado para descrever diversos aspectos da desigualdade econômica, entre outros noBrasil, traçando um paralelo com a separação de brancos e negros na sociedade sul-africana, sob o regime do apartheid.1
O resultado da pesquisa, elaborada em 2008, não é exatamente uma surpresa em um país onde, apesar de ser apenas metade da população brasileira, os negros elegeram pouco mais do que 8% dos 513 representantes escolhidos na última eleição. Além disso, o salário de um homem branco no Brasil é, em média, 46% superior em relação ao de um homem negro, o que também pode ser explicado pela diferença de educação entre esses dois grupos.2 Além disso, de acordo com um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o percentual de negros assassinados no país é 132% maior que o de brancos.3
Daqueles que ganham menos de um salário mínimo, 63% são negros e 34% são brancos. Dos brasileiros mais ricos, 11% são negros e 85% são brancos. Em uma pesquisa realizada em 2000, 93% dos entrevistados reconheceram que existe preconceito racial no Brasil, mas 87% dos entrevistados afirmaram que mesmo assim nunca sentiram tal discriminação. Isto indica que os brasileiros reconhecem que há desigualdade racial, mas o preconceito não é uma questão atual, mas algo remanescente da escravidão. De acordo com Ivanir dos Santos (ex-especialista do Ministério da Justiça para assuntos raciais), "há uma hierarquia de cor da pele onde os negros parecem saber seu lugar."4 Para a advogada Margarida Pressburger, membro do Subcomitê de Prevenção da Tortura da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ainda é "um país racista e homofóbico."5
http://pt.wikipedia.org/wiki/Racismo_no_Brasil



Comentário



O racismo é um tipo de preconceito , o maior e mais realizado do mundo e como já aparece no nome o racismo é um preconceito feito através de raças negra, branca ,amarelo e pardos.Infelizmente o racismo ainda é muito ativo no Brasil e em  muitos outros países,sempre tem aquelas pessoas que sempre praticam esse tipo de coisa e não percebem que essas palavras podem machucar e ferir emocionalmente podem fazer com que essa pessoa se sinta inferior a essa outra.Mais também sempre tem aquelas pessoas que sabem pensar que aquilo pode deixar mau e chateada e pensa antes de fazer esse tipo de ato muito maldoso e essas ofensas na maioria das vezes sempre acontece do branco agir dessa forma com o negro por acharem que essa raça branca é a original e que nenhuma outra deveria esistir .Eu sou decendente de escravo e nunca fiquei chateado por causa disso,eu não entendo por que ainda as pessoas fazem esse tipo de ato se nós todos somos humanos.